A quinta reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que apura supostas irregularidades nos reajustes de preços dos combustíveis no Maranhão, fez, nesta segunda-feira (12), uma avaliação da atuação da Comissão e os avanços conquistados desde o início das investigações, no dia 15 de março.


A reunião da CPI dos Combustíveis aconteceu de forma virtual para deliberar sobre novas ações da Comissão, que é presidida pelo deputado Duarte Júnior (Republicanos). Como resultado positivo, o parlamentar destacou a redução do preço do combustível nos postos da Grande Ilha de São Luís, mas salientou que no interior do Estado a situação dos altos preços ainda são praticados, com a gasolina batendo perto dos R$ 6 reais.

“Ainda temos muito a fazer para melhorar essa situação, mas já é uma alegria a percepção de que alguns postos de combustíveis já reduziram os preços, principalmente na capital. Isso demonstra que é justa e necessária a realização da CPI. Sem dúvida, essa diminuição dos preços é um bom resultado” destacou Duarte Junior.

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O parlamentar comentou, ainda, sobre a atuação do Instituto de Metrologia e Qualidade Industrial do Maranhão (Inmeq), que, atendendo a requerimento da CPI, tem fiscalizado as revendedoras de combustíveis no Maranhão.

“A cada dia nos deparamos com mais informações. São dados importantes que não podemos divulgá-los ainda, a fim de evitar prejuízos para as investigações. Nosso objetivo é fazer com que, ao final desses 120 dias previstos para realização da CPI, o Maranhão volte a ter um combustível com um valor justo e de acordo com o mercado”, salientou.

Requerimento 

Na reunião, o deputado Wellington do curso, que é membro da CPI, protocolou um requerimento para ser apreciado no próximo encontro. O documento tem como objetivo solicitar à Secretaria de Fazenda do Estado (Sefaz) informações sobre o preço médio final ao consumidor, no Maranhão.

“Estamos solicitando à Sefaz que nos informe, por meio de relatório detalhado, como é feito a aplicação dos impostos para se chegar ao preço médio final ao consumidor, de 2015 a 2021. Assim, poderemos saber o que pode ser feito para que haja, de fato, uma redução no imposto sobre o combustível”, disse Wellington.

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